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sexta-feira, 14 de abril de 2017

FECHEM OS CAMPOS DE TORTURA GAYS

NÁO VAMOS PERMITIR ESTE TIPO DE ATROCIDADES EM NENHUM LUGAR DO MUNDO. ESTE ESPAÇO TAMBÉM É NOSSO, SOMOS TÃO SERES HUMANOS QUANTO QUALQUER OUTRO! ENTREM E ASSINEM...


Ao Presidente Putin e todas as autoridades russas:
"Como cidadãos globais preocupados com esta situação, nós pedimos que Vossas Excelências parem com a repressão contra os gays na Chechênia e defendam os valores de justiça e tolerância."


Mais informações:

A Chechênia abriu o primeiro campo de tortura para gays do mundo, e é tão horrível quanto parece. Homens estão sendo eletrocutados, torturados até que revelem nomes de outros gays e espancados tão violentamente que muitos já morreram. 

Perseguir gays e prendê-los em campos de tortura é algo que só nazistas fariam. É terrivelmente triste e revoltante, mas existe um maneira de acabar com isso.

A Avaaz irá fortalecer o pedido de ativistas locais na imprensa e usar nosso apelo internacional para colocar um fim nesta repressão. Assine a petição ao lado e espalhe para todos. Vamos chegar a um milhão de assinaturas!



FONTE: https://secure.avaaz.org/campaign/po/close_the_gay_torture_camps_loc/?zlHVtkb

quarta-feira, 8 de março de 2017

DIA DAS MULHERES - CAROL MARRA

Modelo trans, Carol Marra se transforma e faz sucesso nas telonas



Foto: Felipe Censi


Por Cássia Arbulu
Atriz, modelo, jornalista produtora, transexual… Carol Marra, 31, já fez uma cirurgia para mudar de sexo e hoje pode oficialmente ser considerada mulher.
Carol conta que todo o processo foi de muita luta, coragem e autoafirmação. A atriz conseguiu um mandado judicial para mudar o gênero de seus documentos para feminino, sem nenhuma observação de trans. Com a nova certidão de nascimento, é como se ela tivesse nascido mulher, um caso caro no Brasil. “Eu já tinha conseguido a mudança do meu nome no RG, mas na certidão ainda constava como gênero masculino, e isso foi uma conquista muito grande para mim.”
Desde pequena Carol já tinha atitudes que revelavam seu lado feminino. “Meus pais cobravam de mim atitudes masculinas, queriam que eu cortasse o cabelo, mas eu não queria. Eu sentia atração por homens, mas não me encontrava dentro do universo gay. Era tudo muito louco, porque eu não era mulher, mas me sentia como uma.”
Após as cirurgias e a atualização dos documentos, Carol se considera uma mulher como outra qualquer. A atriz acredita que as pessoas precisam se esforçar e ter mais coragem para serem elas mesmas e demonstrarem o que gostam, seja referente à sexualidade, cor do cabelo ou estilo de se vestir. “Tem que ter muita coragem pra assumir de fato quem você é. Eu era uma mentira antes da cirurgia, por isso não foi uma decisão, foi uma condição. Eu precisava me assumir como eu, para seguir minha vida e ser feliz como qualquer outra mulher.”
Como os transexuais são vistos no Brasil?
Carol Marra virou referência entre as modelos e artistas trans. Segundo ela, nunca quis ser ativista, mas vê essa necessidade porque muitas meninas a procuram para pedir conselhos.
“Acredito que o Brasil já evoluiu muito quando se fala nesse assunto, mas ainda tem muito pra evoluir.” Carol enfatizou que não temos leis que protejam os trans e muitas meninas trabalham em subempregos, porque ninguém dá oportunidade para elas.
Carol Marra aproveita cada oportunidade e afirma: “Não vou recusar trabalho”.
Hoje Carol está se dedicando à vida de atriz e diz estar animada com os novos projetos que estão surgindo na carreira.
A atriz participou recentemente de quatro filmes e está ganhando cada vez mais destaque no cinema brasileiro. O primeiro filme será lançado neste semestre “A Glória e a Graça” de Flavio Tambellini que tem no elenco Carolina Ferraz. O segundo é “Berenice Procura” de Allan Fiterman, com Cláudia Abreu e Vera Holtz; “O Homem Perfeito” é o terceiro e conta com Luana Piovani, Marco Luque e Sérgio Guizé. O seu primeiro papel como protagonista será no filme “Charlotty” de Phillipe Bastos e Gleyson Spadetti, que começa a ser gravado em março no Rio de Janeiro.
“É muito importante termos filmes, novelas e outras artes abordando o assunto. Isso traz o tema à tona, faz com que as pessoas se preocupem mais e queiram saber mais sobre o assunto. Assim ele vira debate em escolas e mesas de jantar.

Cena do filme “A Glória e a Graça”, onde Carol contracena com Carolina Ferraz (Foto: Divulgação)

Sobre as expectativas para o futuro profissional, Carol quer continuar atuando para mostrar sua arte e conquistar o mundo: “Foi emocionante ver o meu primeiro filme na telona. Quero poder fazer grandes papeis no cinema e interpretar personagens que vivam histórias emocionantes que toquem e transformem as pessoas com suas mensagens. Quero que as pessoas saiam sentidas com a mensagem que eu passar”, finalizou Carol.

Foto: Amarante Filmes


FONTE: https://br.vida-estilo.yahoo.com/carol-marra-se-transforma-e-faz-sucesso-nas-telonas-121304969.html

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

CARNAVAL DE SALVADOR - PROGRAMAÇÃO CIRCUITO CAMPO GRANDE

Confira a programação completa para 2017 no Circuito Campo Grande:


Dia 23 de fevereiro

17:00h – A Mulherada (Banda A Mulherada)
18:00h – Trio Independente (Léo Santana)
20:00h – Alerta Geral (Xande de Pilares e mais)
20:30h – Pagode Total (É o Tchan/ Pagode Total)
21:00h – Bloco da Capoeira (Tonho Materia)
21:30h – Bankoma (Banda Bankoma)
22:00h – Amor e Paixão
(Nelson Rufin, Batifum e mais)
22:30h – Proibido Proibir (Denny Palma e mais)
23:00h – Bloco Millenar (Samba de Respeito)
23:30h – Quero Ver o Momo (Banda Quero ver o Momo)
00:00h – Sambaterramar (Sambeijo/Sambarickott)
00:30h – Bloco Samba & Folia
01:30h – Samba de Verdade (Samba de Verdade)

Dia 24 de fevereiro

14:00h – DJ Movel
14:08h – Folia Mamulengo
14:16h – Paroano sai milhó
14:24h – Commanches do Pelô
14:32h – Quabales*
14:40h – Banda Talentos do Recôncavo
14:48h – Grupo Só Samba de Roda
14:56h – Mamah Soares e Coletivo Di Tambor
15:06h – Rixó Elétrico
15:14h – Garampiola
15:22h – Microtrio Ivan Huol
15:30h – Banda Marana
15:38h – As Ganhadeiras de Itapuã
15:46h – Juan e Ravena
15:54h – Outros Baianos
16:04h – Banda Tallowah
16:12h – Toco y me voy
16:20h – Armandinho, Dodô e Osmar
16:28h – Alavontê
16:36h – Mameto Afro Bankoma
16:44h – Peu Baiano e Convidados
16:52h – Vírgilio
17:00h – Banda Pimenta Eletrica
17:08h – Baiana System
18:00h -Trio Independente (É o Tchan)
18:15h – Polimania (Parangolé)
18:30h – Me Deixa a Vontade (Edu Casanova)
18:45h – Bloco dos Servidores Públicos do Estado/Ba
(Babado Novo)
19:15h – Saudade é Folia (Grupo Movimento)
19:45h -Trio Independente (Daniel Vieira)
20:00h – Reduto do Samba (Harmonia do Samba)
20:30h – Q Felicidade
21:00h – Alvorada (Raimundo Sodré e Aloísio Menezes)
21:30h – Olodum (Banda Olodum)
22:30h – Filhos de Marujo (Banda Filhos de Marujo)
23:00h – Samba Popular (A grande Família e mais)
23:30h – Cortejo Afro (Banda Afro Cortejo Afro)
00:00h – Trio Independente (Trio do Samba)
00:15h – Os Negões (Banda Os Negões e Convidados)
00:45h – Soweto (Fora da Mídia)
01:30h – Millenar
02:00h – Clube do Samba (Grupo para Raiz e mais)
02:30h – Big Bloco do Gueto (Coral Cantart.BBG e mais)
03:00h – Bombocado (Banda Bombocado)
03:30h – Arca de Olorum

Dia 25 de fevereiro

10:30h – Todo Menino É Um Rei (Palavra Encantada)
11:00h – Pequeno Principe de Airá (Banda Unjira)
11:30h – Algodão Doce (Carla Perez e Convidados)
12:00h – Rathaplan
12:30h – Didá (Banda Didá)
13:30h – Bloco da Saudade
14:30h – Canelight
15:00h – As Muquiranas (É o Tchan)
15:30h – Trio Independente (Rosa e Banda)
15:45h – É Com Esse Que Eu Vou (Bem Baiano)
16:15h – Bola Cheia (Banda Tribo Axé Mix)
16:15h – Me Deixa a Vontade (Edu Casanova)
16:30h – As Kuviteiras (Pagodart)
17:00h – Trio Armandinho Dodô e Osmar
17:30h – Vem Sambar (Exaltasamba e Fora da Mídia)
18:00h – Male Debalê (Banda Malê)
19:00h – Muzenza (Banda Muzenza)
20:00h – Amigos de Caja (Samba do Pretinho)
20:30h – Bankoma (Banda Bankoma)
21:30h – Bloco Jaké (Neivaldo do Tchaco e mais)
22:00h – Trio Independente (Ludmila Anjos)
22:15h – Axé Dadá
22:45h – Boka Louka (Opção 3)
23:15h – Diamante Negro
23:45h – Ilê Aiyê (Band’aiyê)
00:45h – Jogo de Ifa

Dia 26 de fevereiro

10:30h – Mamulengo (Banda Mamulendo da Bahia)
11:00h – Algodão Doce (Carla Perez e Convidados)
11:30h – Ibeji
12:00h- Rhataplan
12:30h – Pierrot de Plataforma(Grupo de Pierrots de Plataforma)
13:00h – Projeto Especial Pipoca do Saulo
13:30h – Inter  (Psirico)
14:00h – Coruja (Timbalada)
14:30h – Trio Independente (Gerônimo)
15:00h – Tripo Independente (Banda Cheiro)
15:30h – Apaxes do Tororó (Grupo Miudinho)
16:00h – Commanche do Pelô (Samba do Pretinho e mais)
16:30h – 100 Censura (Banda Reflexus)
17:00h Trio Independente (Filipe Escandurras)
17:30h – Blocão da Liberdade
18:00h – Banana Reggae (Tomé Vianna e Banda Ragga)
18:30h – As Suburbanas
19:00h – Bloco Independente (Duas Medidas)
19:30h – Os Negões (Banda Os Negões e convidados)
20:00h – Ambiental e Ecossistema
20:30h – Alabê (Banda Alabê)
21:00h – Bloco Nós
21:30h – Bloco Independente (André Fanzine)

Dia 27 de fevereiro

11:00h – Celebração na Palma da Mão
11:30h – Didá
12:00h – Bloco da Saudade
12:30h – É Com Esse Que Eu Vou (Bem Baiano e mais)
13:00h – Pagodão do Caçote *(Nobres In Samba)
14:30h – Projeto Especial (Pipoca do Saulo)
15:00h – As Muquiranas (Psirico)
15:30h – Mudança do Garcia (Claudia Costa)
16:30h – Projeto Especial (Trio do Kannário)
17:00h – Projeto Especial Respeita as Mina (Larissa Luz e mais)
17:30h – Bola Cheia
17:45h – Trio Independente (Carla Cristina)
18:00h – 100 Censura (Banda 100 censura)
18:30h – Trio Independente (Sarajane)
19:00h – Ilê Aiyê (Band’aiyê)
20:00h – Blocão da Liberdade
20:30h – Mundo Negro (Banda Mundo Negro)
21:00h – Four Days (Ganguier do Samba)
21:30h – Trio Independente (Avenida Sete)
21:45h – Sambaterramar (Sambeijo e mais)
22:45h – Filhos da Feira
23:15h – Ijexa da Bahia (Banda Ijexá da Bahia)

Dia 28 de fevereiro

11:00h – Vamos Nessa
11:30h – Pierrot de Plataforma
12:00h – DJ Movel
12:30 – Olodum (Sem cordas)
14:00h – Inter  (Psirico)
14:30h – Trio Independente (Daniela Mercury)
15:00h – As Muquiranas (Léo Santana)
15:30h – Projeto Especial (Banda Araketu)
16:00h – Trio Independente (Ed City)
16:30h – Trio Independente (Luiz Caldas)
17:00h – Commanche do Pelô (Nossa Juventude e mais)
17:30h – Muzenza (Banda Muzenza)
18:30h – Trio Independente (Margareth Menezes)
19:00h – Trio Independente (La Fúria)
19:30h – 100 Censura (Banda Reflexus)
20:00h – Trio Independente (Alinne Rosa)
20:00h – Filhos do Congo
20:30h – Ilê Aiyê (Band’aiyê)
21:15h – Trio Independente (Banda Cheiro)
21:30h – Bloco Nós
22:00h – Trio Independente (John Robert)
22:30h – Trio Independente (Trio do Forró)


Fonte: http://carnavalsalvadorbahia.com.br/circuito-osmar-campo-grande

CARNAVAL DE SALVADOR - PROGRAMAÇÃO CIRCUITO BARRA/ONDINA

CIRCUITO DODÔ (Barra/Ondina)

Dia 23 de fevereiro:    
17:00h – Minitrio Putito Rex (DJs)
17:10h – US Π
17:20h – Projeto Especial (Pipoca do Eva)
17:40h – Siri com Todi (Cid Guerreiro e mais)
18:00h – Trio Independente (Luana Monalisa)
18:20h – Cocobambu (Wesley Safadão)
18:50h – Trio Independente (Ivete Sangalo)
19:05h – Fissura sem cordas (Filipe Escandurras)
19:20h – Harém (Alexandre Peixe)
19:50h – Trio Independente (Luiz Caldas)
20:00h – Tô Ligado (Alex de Cristo/Eliezer)
20:05h -Trio Independente (Parangolé)
20:20h – Cartão postal sem cordas (Sandro Coutto)
20:50h – Trio Independente (Bandana)
21:05h – Os Mascarados (Banda Os Mascarados e convidados)
21:35h – Projeto Especial (Banda Araketu)
21:50h – Banana Reggae (Thomé Vianna e mais)
22:10h – Big Bloco do Guetho (DJ Ed e DJ na Pegada)
22:30h – Surf Reggae (Orquestra do Reggae e mais)
22:50h – Pegada do Samba (Patchanka)
23:10h – Nova Saga (Nova Saga, B+B e mais)
23:30h – Bloco Crazy (Banda Beijo)

Dia 24 de fevereiro:

15:00h – Trio Independente (Ed City)
15:15h – Baby Leguas /Blow Out (Claudia Leitte)
15:45 – Siri com Todi (Cid Guerreiro e mais)
16:15h – Projeto Especial (Pipoca do Saulo)
16:45h – Vumbora /Nana Banana (Bell Marques)
17:15h – Timbalada (Timbalada)
17:45h – EVA (Banda Eva)
18:45h – Trio Independente (Daniela Mercury)
18:45 – D+/Banana Coral (Rafa e Pipo Marques)
19:15h – Alô Inter/Burburinho (Duas Medidas e Fit Dance)
19:45h – Projeto Especial Arrastão do Psi (Psirico)
20:15h – Pra Ficar/ Aviões (Aviões do Forró)
20:45h – Fissura/ Yes (Tomate)
21:15h – Projeto Especial Bloco da Preta no 2222 (Preta Gil)
21:30h – Trio Independente (Anitta)
21:45h – Trio Independente (Igor Kannário)
22:00h – Eu Vou/Chá Rosa (Alinne Rosa)
22:30h – Tô Ligado (Alex de Cristo)
22:45h – Trio Independente Ricardo Chaves
23:00h – Rodopiô sem cordas (Gang do Samba)
23:30h – Trio Independente (Maristela Muller)
23:45h – Trio Independente (Alexandre Peixe)

Dia 25 de fevereiro:

10:00h – Happy (Tio Paulinho e Selva Branca)
10:30h – Teen Gatas e Gatos (Dj Orlandão e mais)
11:00h – Bloco Espiritual
14:30 – Projeto Especial (Bicicletário)
15:00h – Trio Independente (Gil Melãndia)
15:15h – Siri Com Todi
15:45h – Cerveja e Cia (Ivete Sangalo)
16:15h – Vumbora/Nana Banana (Bell Marques)
16:45h – Timbalada (Timbalada)
17:15h – Trio Independente (Luana Monalisa)
17:30h – Tripo Independente (Claudia Leitte)
17:45h – Alô Inter/Burburinho (Duas Medidas e Fit Dance)
18:15h – Bloco D+ /Banana Coral (Rafa e Pipo Marques)
18:45h – Bloco Fissura/Yes (Tomate)
19:15h – Eva (Banda Eva)
19:45h – Trio Independente (Doce)
20:00h – Trio Independente (Hip Hop)
20:15h – Trio Independente (Rumpilezz)
20:30h – Camarote Andante /Black Rock
(Carlinhos Brown e convidados)
21:00h – To Ligado sem cordas (Amor Dobrado)
21:15h – Tarindo de Q
21:45h – Trio Independente (Teus Planos)
22:00h – Trio Independente (Alinne Rosa)
22:15 – Trio independente (A vingadora)

Dia 26 de fevereiro:

14:45h – Microtrio Ivan Huol (Banda Géleia Real)
15:00h – Trio Independente (Carla Cristina)
15:15h – Olodum (Banda Olodum)
15:45h – Camaleão (Bell Marques)
16:15h – Fecundança / Pirraça (Matheus e Kauan)
16:45h – Meu e Seu (Harmonia do Samba)
17:15h – Me Abraça (Durval Lélys)
17:45h – Largadinho (Claudia Leitte)
18:15h – Trio Armandinho Dodô e Osmar
18:45h – Crocodilo (Daniela Mercury)
19:15h – Tchan / Praieiro (Jammil)
19:45h – Balada (Tuca Fernandes)
20:15h – Trio Independente (Katê)
20:30h – Cortejo Afro (Banda Afro)
21:00h – Ecológico Meio Ambiente (Roma Negra)
21:30h – Trio Independente Baby do Brasil
21:45h – A Mulherada (Banda A Mulherada)
22:15h – Trio Independente (Moraes Moreira)
22:30h – Trio Independente (Rafa e Pipo Marques)
22:45h – Projeto Especial Broder (Oz Bambaz)
23:00h – TêTê Tê
23:20h- Trio Independente (Sarajane)
23:35h – Trio Independente (Genard)

Dia 27 de fevereiro:

15:00h – Minitrio Putito Rex DJs
15:15h  – Camaleão (Bell Marques)
15:45h – Filhos de Gandhy (Banda Show Gandhy)
16:15h – Filhas de Gandhy (Banda Filhas de Ghandy)
16:45h – Fecundança / Coruja (Ivete Sangalo)
17:15h – Meu e Seu Harmonia do Samba
17:45h – Me Abraça (Durval Lélys)
18:15h – Crocodilo (Daniela Mercury)
18:45h – Trio Armandinho Dodô e Osmar
19:15h – Tchan / Praieiro (Jammil)
19:45h – Balada (Léo Santana)
20:15h – Tê Tê Tê
20:45h – Vem Sambar sem cordas (Fora da Mídia)
21:15h – Trio Independente (Seu Maxixe)
21:30h – Ecológico Meio Ambiente (Roma Negra)
21:45h – Cortejo Afro (Banda Afro)
22:15h – Trio Independente (Baiana System)
22:30h – Muzenza (Banda Muzenza)
23:00h – Malê Debalê (Banda Malê)
23:30h – Trio Independente (Baby do Brasil)
23:45h – Trio Independente (Paulinho Boca)
Dia 28 de fevereiro:
14:45h – Microtrio Ivan Huol (Banda Geléia Real)
15:00h – Trio Independente (Adriano Rezende)
15:15h – Camaleão (Bell Marques)
15:45h – Fecundança / Pirraça
16:15h – Meu e Seu (Harmonia do Samba)
16:45h – Me Abraça (Durval Lélys)
17:15h – Largadinho (Claudia Leitte)
17:45h – Trio Armandinho Dodô e Osmar
18:00h – Tê Tê Tê
18:30h – Camarote Andante / Black Rock
(Carlinhos Brown e convidados)
19:00h – Banana Reggae (Thomé Vianna e mais)
19:30h – A mulherada Banda (A Mulherada)
20:00h – Trio Independente (Tiago Abravanel)
20:15h – Trio Independente (Moraes Moreira)
20:30h – Bloco Jaké (Neivaldo do Tchaco e mais)
21:00h – Trio Independente (Katê)
21:15h – Surf Reggae (Orquestra do reggae e mais)
21:45h – Projeto Especial Coreto Pintado (Alex da Costa)
22:00h – Trio Independente (Jane Lima)
22:15h – Trio Independente (Amanda Santiago)
22:30h – Trio Independente (Avenida Se7e)
22:45h – Trio Família Lord (Magary Lord)



Fonte: http://carnavalsalvadorbahia.com.br/circuito-dodo-barra-ondina

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Ele Está Entre Nós Há Muito Mais Tempo...

Vírus como os da AIDS existem há 500 milhões de anos

Imagem da proliferação na infecção de um retrovírus.
 Por OncheOncheOndulay, via Wikimedia Commons

Se quisermos acabar ou pelo menos aliviar certas enfermidades, precisamos saber de onde elas vêm. Precisamos saber como elas evoluíram e se adaptaram para nos atacar. Uma dos grandes vilões a serem reconhecidos são os vírus, especialmente os retrovírus – a família a que pertence o vírus da AIDS. Por isso é tão interessante que um artigo recente tenha revelado que esses vírus estão entre nós há 500 milhões de anos, 400 a mais do que se acreditava até o momento.
Uma diferença muito marcante. Como é possível que estivéssemos tão errados? A razão é muito simples: vírus não deixam fósseis, pelo menos não da maneira habitual. Também não é fácil estudar os poucos remanescentes paleontológicos. Mas o caso do retrovírus é especial.
O segredo está no próprio nome. Os retrovírus são vírus que armazenam informação genética na forma de RNA e não de DNA. Quando eles infectam um hospedeiro, passam informações ao DNA, na direção oposta em que as informações genéticas fluem normalmente. E por isso eles são chamados de retrovírus.
Isso permite a eles uma façanha que poucos vírus conseguem realizar: a inserção no genoma. Quando estão na forma de DNA, os vírus podem integrar os cromossomos da vítima, continuando a existir com o passar das gerações.
Isso permite que certas doenças sejam estudadas por um ponto de vista evolutivo, o que seria quase impossível, em outros casos. Mas há um problema. Sua taxa de mutação, a quantidade de alterações em pares de bases do DNA, é muito superior a de qualquer organismo. E essa taxa de mutação costuma ficar com a espécie, até o momento da evolução.
Para realizar seu estudo, os pesquisadores precisaram criar um novo sistema de datação. Na realidade, eles modificaram os já existentes, tentando calcular o quão rápida pode ser a mutação de um vírus quando ele está integrado ao DNA.
E o resultado obtido é impressionante. Eles encontraram retrovírus que datam de pelo menos 450 milhões de anos atrás. Para se ter uma ideia melhor desse tempo, 450 milhões de anos atrás, nossos ancestrais ainda não tinham saído dos mares.
Dessa forma, conclui-se que os retrovírus existem desde que a vida na Terra era apenas aquática, o que já diz bastante sobre suas capacidades de adaptação. Em uma estimativa mais ampla, os pesquisadores acreditam que os retrovírus já estavam presentes nos animais há 540 milhões de anos.
Essas informações ainda não são suficientes para curar a AIDS ou o câncer provocados por este tipo de vírus, mas podem ser um passo muito importante para se alcançar esse objetivo.


Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/virus-como-os-da-aids-existem-ha-500-milhoes-de-anos-100902330.html

domingo, 29 de janeiro de 2017

Tristeza Trans

“A gente luta pelo direito de ser explorado pelo mercado de trabalho” 



Invisíveis para os censos oficiais, as pessoas trans e suas participações no mercado de trabalho só são contabilizadas por organizações criadas por elas mesmas. De acordo com a RedeTrans (Rede Nacional de Pessoas Trans do Brasil), 82% das mulheres transexuais e travestis abandonam a escola antes de concluir o ensino médio. Ainda de acordo com a instituição, 90% acabam na prostituição. Homens trans, por sua vez, acabam se submetendo a subempregos. A Articulação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) estima que 90% das pessoas trans trabalhem como profissionais do sexo. Tudo resultado, basicamente, de discriminação transfóbica e desamparo da família.
Conheça as experiências de algumas pessoas trans no mercado de trabalho:

Tito Carvalhal já foi preterido em vagas de estágio por ser um homem trans (Foto: Imas Pereira/Divulgação) 

Tito Carvalhal, 31, estudante de pedagogia
“Estou desempregado, atualmente sou bolsista de um projeto da Universidade sobre educação pública e desigualdade social. Sempre busco estágios na área de educação, mas quando eu me apresento e peço o uso do nome social, a vaga desaparece. Numa seleção, passei pelas etapas de análise curricular, prova, tive pontuação boa e fui pra a dinâmica de grupo. Lá, todas as outras pessoas eram mulheres. Não falei sobre nome social, resolvi esperar pelo momento da contratação justamente para não ficar achando que tudo é transfobia. Vai que não eram razões profissionais? Todas as meninas me tratavam no masculino e a psicóloga corrigia, mas eu não falava nada, ficava na minha. Achei q tinha me saído muito bem, conversei com as colegas e elas acharam o mesmo, mas não rolou. O assunto que caiu na dinâmica foi um que eu gosto muito de estudar.
Numa outra vez, numa seleção de estágio na área pública, havia muitas vagas e poucos candidatos. Passei por tudo, fui aprovado e até havia escolhido na lista de escolas disponíveis aquela na qual eu gostaria de trabalhar. Eu queria muito estagiar nesse projeto. Saí de lá achando que tava tudo certo, e no dia seguinte, quando cheguei com a documentação e pedi pra usar o nome social, a pessoa disse que não podia. Falei do decreto, apresentei ele e chamaram o coordenador. Ele também disse que não havia possibilidade e pediu para eu ter calma e aguardar contato. Até hoje não me contactaram. Voltei lá querendo saber e falaram que as vagas tinham sido extintas. E eu sei que sobraram muitas vagas nesse projeto. Muitos colegas trabalharam nele e comentaram que tinha muita vaga sobrando e poucas pessoas querendo atuar nele porque a bolsa era pequena para a quantidade de trabalho. E nem esse trabalho eu consegui.
Isso não é uma coisa localizada em mim, é algo que acontece com a maioria das pessoas trans e travestis. A maioria relata isso. Tenho amigas trans graduadas e até com pós-graduação que estão desempregadas. Uma das coisas que costumam dizer é que trans não são pessoas capacitadas, mas mesmo aquelas capacitadas não conseguem nada. Estamos lutando pelo direito de ser explorados pelo mercado de trabalho. Olhe que bizarro!”.

SellenaRamos trabalha como auxiliar administrativa numa faculdade de Salvador
(Foto: acervo pessoal)

Sellena Ramos, 24 anos, auxiliar administrativa
“Eu trabalhava num mercadinho que pertencia ao meu cunhado. Hoje trabalho na Facudlade Baiana de Direito. A instituição tinha oferecido vagas direcionadas para pessoas trans. Meu currículo não foi selecionado, eu achei estranho e fui lá questionar. Aí descobri que inúmeras pessoas cis mandaram currículo e quem selecionou não tinha condições de saber quem era trans de fato só pelo currículo. Aí demorou um pouco e fui chamada, eu fazia monitoria de turmas e assistia professores que chegavam de fora. Fui trabalhando normalmente, participei da campanha do nome verdadeiro e fui ganhando espaço. Desenvolvi um projeto, levei a proposta pros diretores e eles gostaram. Estou elaborando um projeto de diálogo para funcionários e comunidade acadêmica, uma capacitação para as pessoas entenderem quais formas de tratamento são legais para pessoas trans, o que ofende ou não, e orientações para saber como atender caso chegue uma demanda. Hoje trabalho com carteira assinada, dentro do Núcleo de Pós-graduação da faculdade. Sou muito respeitada pelas minhas colegas e por todos de lá.
Quero continuar trabalhando para um dia ter a minha casa própria, pois hoje moro de aluguel e isso é meio incerto. Vejo inúmeras pessoas trans que vivem na rua e tento aproveitar ao máximo as mínimas oportunidades que tenho, de ocupar todos os lugares que posso. Quero poder sobreviver dentro desse sistema que é excludente e não está apropriado pra nos receber. É preciso criatividade, malemolência e humildade de chegar no espaços.”

Beto Chastinet é licenciado em história e já atuou como professor em escola pública
 (Foto: Imas Pereira/Divulgação)

Bento Chastinet, 24, licenciado em história
“Eu trabalhava numa escola pública, dava aulas de Filosofia. Não era trans assumido, os alunos achavam que eu era cis. Um dia, eu estava escrevendo algo no quadro, de costas, e por algum motivo parte do meu binder (faixa que pressiona os seios para dar aparência masculinizada) ficou com um pedaço exposto. Foi o suficiente para gerar um rebuliço e uma garota chegar perto e tocar nele, perguntando do que se tratava e fazendo comentários. Foi horrível, me senti exposto, muito mal. No intervalo, na sala dos professores, só conseguia chorar. A postura dos meus colegas foi excelente, eles me apoiaram. A coordenação passou na sala depois, pra conversar com os alunos sobre o assunto.”

Ayana Vitória é maquiadora, drag queen e profissional do sexo
(Foto: Imas Pereira/Divulgação) 

Ayana Vitória, 34, maquiadora, drag queen e profissional do sexo
“Não sou bem uma mulher trans ainda. Digo que sou uma mulher que veio no corpo de um menino. Sou maquiadora e drag queen há 12 anos e nas apresentações uso o nome de Eyshilla Butterfly. Na maquiagem, muitas vezes, tenho que usar meu nome masculino, pois às vezes ainda tem muito preconceito. Já trabalhei num salão de beleza em Alphaville. Eles queriam um maquiador, então fui com meu cabelo preso para trás, usando um boné para disfarçar. Depois da conversa, a dona me pediu para eu cortar o cabelo, senão não tinha condições de trabalhar com eles. Acabei entrando lá como serviços gerais e fui crescendo, aprendendo a maquiar. No fim, até a dona do salão eu maquiava. Sempre como homem, não como Ayana. Ela sabia de tudo, mas não queria que eu fosse trabalhar como Ayana. A mesma pessoa que te beija hoje, te aponta amanhã. É muito difícil trabalhar com seres humanos. Hoje eu trabalho por conta própria. Fui maquiar uma noiva, mas ela não queria que eu estivesse lá como mulher. É chato, as pessoas tem que viver como acham melhor.
Também trabalho como profissional do sexo, uso meu nome mesmo, Ayana Vitória. Na época que comecei eu não tinha como arrumar trabalho, foi difícil, só via portas fechadas. Me prostituo no mesmo lugar tem 10 anos. Todas as meninas da minha época de começo já foram embora, morreram, foram marcadas por bandidos ou se envolveram com drogas. Fico sempre na região da Sete Portas, Via Expressa, Heitor Dias. Tem várias outras travestis também lá. É um lugar muito obscuro, é tipo uma cracolândia. É muito perigoso e horrível. Às vezes paro e penso: ‘o que eu tô fazendo aqui?’ Quase conclui o ensino médio, faltou pouco no terceiro ano. Fiz um bode, cheguei a entrar na faculdade de publicidade, mas eles descobriram e tive que sair.
Há uns 7 ou 8 anos fui capa de jornal porque me agrediram pesado na Sete Portas. Me bateram com pedradas no rosto, foi um trauma. Meu globo ocular saltou, foi horrível. Isso me doeu muito porque sou muito vaidosa. Racharam meu corpo, meu rosto, me arrastaram e me jogaram numa lata de lixo. Uma pessoa passou, viu e me levou pro médico. Meu rosto ficou deformado, até usaram a foto na Parada Gay de Salvador. Hoje ainda tenho sequelas. A visão sempre dói, meu osso partiu. É só tocar pra sentir. Perdi meus dentes do fundo, sinto dores de cabeça até hoje.
Se eu conseguisse um emprego bom de maquiadora seria muito melhor. Depois que concorri em concursos de artistas LGBT surgiram trabalhos como maquiadora. Mas as pessoas exigem demais e pagam pouco. Essa noiva que maquiei pra um ensaio fotográfico, ganhei só R$ 80. Mesmo assim, seria melhor isso sempre do que perder noite, me desgastar… Como eu tomo conta de minha mãe idosa, tento me expor o menos possível, me resguardar. Moro com meus pais e eles sabem do meu trabalho. Só minha avó que não, ela acha que é só fazer show. Mas minhas tias sabem e meu pai também. Não nego a ninguém.




Fonte: http://www.correio24horas.com.br/blogs/mesalte/a-gente-luta-pelo-direito-de-ser-explorado-pelo-mercado-de-trabalho/

sábado, 31 de dezembro de 2016

DAQUI A POUCO ESTÁ CHEGANDO O ANO NOVO, E 

QUE TODAS AS SUAS EXPECTATIVAS SEJAM 

ATENDIDAS...







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