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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Dicas para BOM Desempenho na Cama


Sete exercícios que melhoram o desempenho sexual

Abdominal, agachamento e alongamento garantem prazer sem dores musculares no dia seguinte


POR MANUELA PAGAN










A noite passada nem foi tão boa assim e você está com dores nas pernas, na coluna lombar e, ainda por cima, exausto? Isso pode acontecer porque o seu preparo físico não está lá aquelas coisas e um esforço físico mais intenso, como a relação sexual, acaba exigindo dos seus músculos mais do que eles podem dar. "Além disso, o exercício físico pode ajudar a emagrecer e a aumentar a autoestima, melhorando a segurança e a busca pelo prazer", conta o personal trainer Givanildo Mathias, da assessoria Test Trainer, de São Paulo. O Minha Vida conversou com os especialistas e elegeu uma lista de exercícios que vão te ajudar a arrasar na cama.















Condicionamento físico

Nem tudo o que é bom precisa durar pouco. Se você concorda, sabe que um bom condicionamento físico é indispensável para ter fôlego e aguentar mais tempo de relação. "A aptidão cardiorrespiratória é um pré-requisito principalmente para as pessoas mais ativas sexualmente", conta o personal trainer Givanildo. O especialista recomenda atividades aeróbicas, como a caminhada, a corrida, a bicicleta e a natação para deixar o corpo tinindo para a atividade sexual. "Além de prolongar o tempo de atividade, isso vai proteger o coração da sobrecarga que ocorre durante o sexo", complementa.

Fortalecimento de membros inferiores

"As posições em que o homem se coloca durante a atividade sexual exigem muita força das pernas, se elas estiverem fracas, as dores nesses membros podem durar dias", explica Givanildo Mathias. Para preparar o corpo para a relação, vale lançar mão de um antigo aliado: o agachamento. "Esse exercício trabalha o quadríceps femoral, o glúteo e a musculatura posterior da coxa", conta. Aposte nesse "três em um" para deixar o sexo ainda mais interessante.

Fortalecimento de membros superiores

Os homens precisam de braços mais fortes para dar todo o suporte que uma mulher precisa. Givanildo recomenda os tradicionais supino e crucifixo para deixar os membros superiores em forma. "Esses exercícios fortalecem os músculos da pegada", reforça o especialista. Confira as dicas para malhar os braços sem sofrer lesões.

Abdominal

Tanto homens quanto mulheres precisam de um abdômen bem malhado para a atividade sexual. A dica para conseguir uma barriga trincada é variar de três a quatro tipos de abdominal. "Aposte no abdominal tradicional, depois faça o oblíquo e termine com o exercício para a parte baixa do ventre", recomenda Givanildo Mathias. 

Coluna lombar saudável

Os músculos da região lombar da coluna são os antagonistas dos abdominais, muito solicitados durante a atividade sexual. O seu fortalecimento propicia um desempenho sexual muito melhor e previne dores nas costas no dia seguinte. "Os principais exercícios são abdominais, de extensão de coluna e quadril, flexão de coluna e quadril e exercícios de inclinação lateral do tronco", recomenda o educador físico Rodolpho Sunica, do Spa Sorocaba. "A extensão da coluna também vai ajudar a fortalecer a musculatura paravertebral, responsável por esse movimento", explica.

Alongamentos

"Os alongamentos são primordiais, pois melhoram muito a amplitude articular, evitando lesões durante a atividade sexual", explica Rodolpho Sunica. Os exercícios mais recomendados são os alongamentos para a região da coluna e as pernas, principalmente a região posterior da coxa. Lembre-se de segurar o membro alongado por pelo menos 15 segundos. Vale investir em uma aula específica de alongamentos, ou até mesmo em yoga e pilates, práticas que englobam alguns tipos de alongamento.

Quadril soltinho

Um bom jogo de cintura, é essencial para uma boa relação sexual. "podem investir em exercícios com bola suíça, que ajudam no fortalecimento, no equilíbrio, na coordenação e na estabilidade do quadril", orienta Rodolpho Sunica. Sentado na bola, faça círculos com o quadril no sentido horário e no anti-horário. Vale também projetar a pelve para frente e para trás.

Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/fitness/galerias/15422-sete-exercicios-que-melhoram-o-desempenho-sexual

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Soluções para HIV e Outras Doenças

Camisinha que mata o vírus da Aids será comercializada na Austrália

Camisinha VivaGel mostrou ser efetiva em desativar 99,9% dos vírus da Aids, herpes e papilomavírus (HPV)

Um novo tipo de camisinha, criado para matar o vírus da Aids (HIV), deve começar a ser comercializado em alguns meses na Austrália. A camisinha VivaGel mostrou ser efetiva em desativar 99,9% dos vírus da Aids, herpes e papilomavírus (HPV).
 
Foto: Reprodução/Corbis


A empresa australiana Starpharma criou o anti viral VivaGel e o aplicou no lubrificante de camisinhas. O produto já recebeu o certificado de conformidade, permitindo sua produção.
No lubrificante, uma droga antimicrobial foi produzida especificamente como um composto contra o HIV, o que pode evitar as doenças sexualmente transmissíveis.

Fonte:http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/camisinha-que-mata-o-virus-da-aids-sera-comercializada-na-australia/?cHash=4434169d1fdf3cfa6d8aa65242e60688

quarta-feira, 16 de julho de 2014

HIV Diminui no Mundo Mas Aumenta no Brasil

Infecções por HIV aumentam 11% no Brasil em oito anos

No ano passado, o país registrou 47% de todos os novos casos contabilizados na América Latina

Relatório divulgado nesta quarta-feira (16) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV e Aids (Unaids) indica que as novas infecções por HIV no Brasil aumentaram 11% entre 2005 e 2013. No ano passado, o país registrou 47% de todos os novos casos contabilizados na América Latina.

A estimativa do Unaids é que 1,6 milhão de pessoas vivem com HIV na região. A maioria dos casos (75%) se concentra em cinco países – Argentina, Brasil, Colômbia, México e Venezuela. A América Latina registrou queda de 3% em novas infecções entre 2005 e 2013, mas os índices variam de país para país. O México, por exemplo, registrou queda de 39% e o Peru, de 26%.

O cálculo é que, na região, dez novas infecções por HIV são registradas a cada hora. Os grupos particularmente vulneráveis a novas infecções e que representam uma parcela significativa de soropositivos incluem transgêneros; homens gays; homens que fazem sexo com homens; homens e mulheres que atuam como profissionais do sexo e seus clientes; e usuários de drogas.

Os dados mostram ainda que aproximadamente um terço das novas infecções na América Latina ocorre em pessoas jovens, com idade entre 15 anos e 24 anos. “Populações mais vulneráveis enfrentam altos níveis de estigma, discriminação e violência, que criam obstáculos no acesso à prevenção da doença, ao tratamento, ao cuidado e aos serviços de apoio”, informou o Unaids.

O órgão destacou, entretanto, que a América Latina continua a ser a região com a maior cobertura antirretroviral do mundo – aproximadamente 45% dos 1,6 milhão de pessoas com HIV que têm acesso à terapia. Novamente, os índices variam de país para país. Brasil, Chile, El Salvador, México, Peru e Venezuela registram mais de 40% de cobertura, enquanto o tratamento na Bolívia alcança menos de 20% das pessoas infectadas.

O relatório ressaltou também que Brasil e Panamá alteraram recentemente o protocolo de atendimento para soropositivos, possibilitando que todas as pessoas com HIV, independentemente da carga viral do paciente.


Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/infeccoes-por-hiv-aumentam-11-no-brasil-em-oito-anos/?cHash=dab9e99233e1d11c18d51ccf0c884519

sábado, 5 de julho de 2014

Cuidados Com a Saúde Masculina

Pênis torto pode ser um problema congênito ou causado por uma fibrose

Entenda o que causa o entortamento do pênis e como o problema pode ser corrigido

POR ESPECIALISTA



            

                                                                                                                                                                                        



Pequenos desvios do pênis são avaliados como naturais e fazem parte das características pessoais de cada indivíduo. Mas existem doenças que causam o entortamento mesmo do órgão sexual masculino. 
Órgão de tecido vascular, o pênis internamente é formado por dois corpos cavernosos e um corpo esponjoso, e na sua extremidade encontra-se a glande. Essas estruturas são envolvidas por uma membrana elástica, conhecida como túnica albugínea, que durante o processo de ereção, se distende. Entre eles, está a entrada e retenção de sangue nas cavidades dos corpos cavernosos e esponjoso, estruturas parecidas com esponjas que se enchem de sangue para produzir a ereção. 
Qualquer fibrose que prejudique a expansão da túnica albugínea vai comprometer a ereção peniana. É o que acontece na doença de Peyronie, associada ao aparecimento de placas fibrosas nos corpos cavernosos do pênis, muitas vezes sentidas e palpadas pelo próprio paciente. Caracteriza-se pela curvatura do pênis e dor durante a ereção. Geralmente, essa curvatura faz com que o pênis se posicione para cima, mas ele pode curvar-se para o lado ou para baixo. A causa é a formação de uma placa de fibrose na túnica albugínea, provocando distorções na forma e inclinação do pênis, o que compromete a função sexual. O diagnóstico é um fator de impacto e ansiedade na vida do paciente. 
Essa alteração se manifesta principalmente depois dos 50 anos, mas pode acometer os jovens também, na faixa dos 28 anos. A incidência em homens da mesma família pode acontecer, mas não existem relatos científicos sobre a questão hereditária. Na maioria dos casos, o problema desaparece espontaneamente ou com o uso de medicamentos adequados. Às vezes, o casal se adapta à curvatura porque não interfere na relação sexual. Menos da metade dos pacientes é encaminhada para cirurgia para corrigir o desvio. 
O diagnóstico é simples, pois na maioria dos casos, pode-se apalpar o nódulo no paciente, na curvatura do pênis e com o relato de dor durante a ereção. O exame de ressonância magnética permite visualizar a placa, mas a necessidade de pedir esse exame é considerada rara. 
O pênis torto congênito é uma situação onde o homem já nasce com a deformidade, que se torna geralmente incômoda com o início da atividade sexual. Estes homens em geral não trazem a queixa de encurtamento peniano (diminuição do tamanho), uma vez que sempre conviveram com o pênis torto. Já na curvatura adquirida, existem casos de homens que tinham um pênis previamente normal e que experimentam uma curvatura progressiva, geralmente associada ao encurtamento de pênis. 
Há situações em que o pênis torto-congênito ou adquirido passa a causar desconforto e dificuldade para a penetração, prejudicando tanto ao homem como a sua parceira. A medicina urológica relata casos de tortuosidade congênita, questões associadas principalmente à aparência estética. 
Se o entortamento configura um problema para o ato sexual, o homem deve procurar um urologista para que seja avaliado o grau de curvatura e definido junto com o médico o impacto na qualidade da relação sexual e as possibilidades de tratamento. Apesar da existência de possibilidades de tratamento conservador, os tratamentos cirúrgicos são em geral mais efetivos na retificação do pênis. O tipo de tratamento, com cirurgia de correção da curvatura, deve ser definido a partir do grau de curvatura, tamanho do pênis e qualidade da ereção. A cirurgia é feita de forma rápida e segura e tem como finalidade principal tornar o pênis mais retificado possível, para permitir a penetração sem dor, podendo provocar um pequeno encurtamento do pênis. Em alguns procedimentos é realizado o encurtamento do lado contrário à curvatura e em outros casos, com o uso de enxertos, o alongamento do lado curvo. Frequentemente, em diagnósticos de pacientes com grau significativo de impacto na ereção, podemos optar pelo implante de próteses penianas. 

Fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/bem-estar/materias/17707-penis-torto-pode-ser-um-problema-congenito-ou-causado-por-uma-fibrose

terça-feira, 11 de março de 2014

Novidade

A camisinha mais fina do mundo



O Japão bateu seu próprio recorde ao lançar a camisinha mais fina do mundo: a Sagami Original.

Feito de poliuretano, o preservativo ultra-fino mede somente 0.01 milímetros de espessura. Isto significa que ela é 0.01 mais fina que a última edição do contraceptivo lançado pela companhia — e tem apenas um sexto da espessura de um fio de cabelo humano, de acordo com o Condom-Sizes.org.
Mas será que essa corrida pela camisinha mais fina não representa um risco à saúde e segurança dos usuários? Em vista disso, a Sagami conduziu testes de duração em mais de 25 mil exemplares do produto. Além do mais, o próprio Condom-Sizes.org distribuiu algumas Sagamis para que seus leitores fizessem o teste.
“À primeira vista o preservativo parece tão fino e frágil que alguns podem duvidar da sua durabilidade. No entanto, ela passou no teste prático dos leitores”, conclui o Condom-Sizes.org.
Por outro lado, os leitores terão que esperar pelo lançamento mundial, já que as Sagami Originals 0.01 são vendidas apenas no Japão por enquanto; e estão se esgotando rapidamente, informou o Daily Mail. O preço no varejo está em torno dos US$ 12.
“Honestamente, não sei como podemos fazer uma camisinha mais fina que esta”, garantiu um pesquisador da Sagami ao Tokyo Sports. “Contanto que haja procura por produtos mais finos, continuaremos pesquisando meios de alcançar espessuras ainda menores.”


Embora não-oficialmente, a nova camisinha da Sagami bate o recorde de espessura registrado pelo Guiness Book como a menor (0.038 milímetros da Okamoto Industries). Feita de latex ela foi medida e catalogada em janeiro de 2012.



Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/blogs/sexo-oposto/camisinha-mais-fina-mundo-020007462.html

domingo, 2 de março de 2014

Carnaval & Saúde

Teste rápido para detectar HIV é feito em três pontos dos circuitos até terça

Ministro da Saúde vem a Salvador para lançamento oficial do Fique Sabendo

O Fique Sabendo, projeto que faz testes para detectar doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), começou a funcionar na manhã deste sábado (1º), pela sexta vez consecutiva. Três unidades funcionarão de hoje até a terça-feira (4) das 9h às 21h, na Liberdade (3º Centro de Saúde), Ondina (Instituto Baiano de Reabilitação) e no CAE Centro (av. Carlos Gomes).
O lançamento oficial do projeto será às 17h, com a presença do ministro da Saúde, Arthur Chioro, que visita o CAE Centro. Ele ainda passará pelo módulo Adhemar de Barros para observar a estrutura de assistência à saúde montada para o Carnaval.
O procedimento é seguro e sigiloso. Com apenas uma gota de sangue, a análise é feita e o resultado fica pronto em 20 minutos. Assim, é possível detectar anticorpos de HIV, sífilis e hepatites B e C.
No ano passado, foram feitos 5,280 testes rápidos para detecção de DSTs, sendo 16 diagnósticos positivos para HIV, 84 reagentes para sífilis, 14 para hepatite C e sete para hepatite B.
Também no tema, há distribuição de preservativos em 11 módulos de assistência à saúde instalados na Praça Municipal, Terreiro de Jesus, Ladeira da Montanha, Piedade, Politeama, Campo Grande, Shopping Barra, Farol da Barra, Morro do Gato, Sabino Silva e Adhemar de Barros.


Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/teste-rapido-para-detectar-hiv-e-feito-em-tres-pontos-dos-circuitos-ate-terca/?cHash=fa003023f5914fe6d7a7b64683fffc9f

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Pílula Contra HIV não Ganha Adeptos

Nos EUA, gays resistem a tomar pílula para evitar HIV

DAVID TULLER
DO "NEW YORK TIMES"


Michael Rubio, 28, lembra-se de como quatro amigos se tornaram soropositivos por fazerem sexo sem proteção no espaço de um ano. Essas notícias o levaram a experimentar uma nova forma de evitar o HIV: uma pílula diária que previne a infecção.
"Com meu círculo de amigos tão afetado no último ano, foi fácil optar por isso."
Especialistas esperavam que o remédio, o Truvada (combinação de dois antirretrovirais usados para tratar pessoas com HIV desde 2004), fosse adotado com entusiasmo por homens gays saudáveis. Em vez disso, a droga está demorando para "pegar" nesses 18 últimos meses desde que foi aprovado como terapia profilática pela FDA (agência reguladora de remédios nos EUA).
No Brasil, o tratamento está passando por testes ainda.
Por 30 anos, a camisinha foi anunciada como única forma eficaz, além da abstinência, de evitar a transmissão do HIV. Mesmo assim, 50 mil novas infecções ocorrem a cada ano nos EUA. A transmissão entre homens representa metade desse total.
Médicos saudaram o Truvada como oportunidade de reduzir novas infecções entre jovens gays, pessoas cujos parceiros estão infectados e prostitutas. A FDA pediu que as receitas do Truvada fossem acompanhadas de aconselhamento, testes de HIV e promoção do sexo seguro.
Mas menos pessoas vêm usando a profilaxia pré-exposição do que se esperava. Segundo a Gilead Sciences, que fabrica a droga, 1.774 pessoas compraram Truvada nos EUA para prevenção contra o HIV entre janeiro de 2011, quando esse uso ainda era off-label (fora das recomendações da bula), e março de 2013.
Surpreendentemente, quase metade das receitas era de mulheres. Deborah Cohan, obstetra e ginecologista da Universidade da Califórnia, já receitou o Truvada para muitas mulheres cujos parceiros têm HIV, inclusive uma que quer ficar grávida.
Então por que mais homens não adotaram o tratamento? Alguns relataram ter recebido reações negativas dos médicos quando falaram sobre o assunto. O uso da droga como prevenção também carrega um estigma entre os gays. O termo "Truvada whore" (prostituta de Truvada) já apareceu em redes sociais. Efeitos colaterais como perda de densidade óssea, apesar de raros, preocupam.
Outra questão é que, com os avanços no tratamento, muitos jovens não viveram os piores anos da epidemia e têm menos medo da doença. E as drogas atuais baixam tanto os níveis virais nos infectados que o risco de transmissão se reduz muito, diminuindo a percepção de que a profilaxia seja necessária.

O psicoterapeute Damon Jacobs,42, que toma o Truvada há dois anos para evitar o HIV


SEM CAMISINHA
Damon Jacobs, um psicoterapeuta de Nova York, começou a tomar o Truvada depois de terminar um relacionamento. "Percebi que não usava mais a camisinha com tanta frequência e isso me assustou", afirmou Jacobs, 42, que mantém uma página no Facebook promovendo a profilaxia pré-exposição. Ele disse que nunca se esqueceu de tomar uma só dose do remédio nos últimos dois anos, mas reconhece que agora ele usa camisinha ainda menos.
Esse comportamento preocupa os médicos. A parcela dos gays que dizem ter feito sexo anal sem proteção nos últimos 12 meses cresceu de 48% em 2005 para 57% em 2011, segundo pesquisa do governo americano.
A adesão ao tratamento é outro problema. Um estudo mostrou que muitos homens não tomavam a pílula todo dia, o que os deixava mais vulneráveis à infecção.
Para Kenneth Mayer, professor de medicina em Harvard, é cedo para pessimismo. "Vai levar tempo [para que mais gente use o remédio]. Estamos só no início."



sábado, 16 de novembro de 2013

Questões Importantes sobre o Câncer de Próstata

Tire dúvidas sobre a cirurgia de retirada da próstata e quando é indicada

Ejaculação é afetada após prostatectomia, mas libido se mantém









O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata é comemorado oficialmente no dia 17 de novembro, mas as ações de prevenção se estendem por todo mês como parte da campanha de conscientização da doença, o Novembro Azul. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que 60 mil homens serão diagnosticados com este tipo de câncer a cada ano no Brasil. Parte natural do desenvolvimento do homem, a hiperplasia prostática benigna (aumento da próstata) pode acometer até 80% dos homens com 50 anos ou mais, segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia. Em alguns casos, esse crescimento é exagerado, e pode causar complicações durante a micção, uma vez que a próstata aumentada pode pressionar a uretra, canal responsável por excretar a urina. Essa condição benigna pode evoluir para umcâncer de próstata - o segundo câncer mais incidente entre os brasileiros do sexo masculino. O tratamento padrão para o câncer de próstata é a prostatectomia radical, que consiste na retirada da próstata e, consequentemente, do tumor que ali se instala. Por envolver questões relacionadas à sexualidade, muitos homens preferem tratar o assunto como um tabu e não buscam mais informações a respeito da cirurgia ou mesmo da doença. Se você tem algum fator de risco para o câncer de próstata ou já sofre com a doença e quer saber mais sobre o procedimento usado para tratá-lo, tire suas dúvidas:





A prostatectomia é indicada apenas para o câncer de próstata?

Sim, a prostatectomia é, por excelência, a cirurgia para retirada da próstata. "O procedimento cirúrgico é indicado para pacientes que podem se beneficiar do tratamento", explica o urologista Alfredo Canalini, presidente da Sociedade Brasileira de Urologia regional Rio de janeiro. A cirurgia é realizada nos casos de câncer de próstata pois seu objetivo é retirar todo o tumor maligno - e essa é a única maneira de obter êxito. Entretanto, em alguns casos, ela pode ser indicada para a hiperplasia prostática, doença definida pelo crescimento anormal da próstata. A hiperplasia, embora possa se transformar em um câncer, é uma condição ainda benigna.
homem no médico - Foto: Getty Images

A próstata é sempre retirada completamente?

Nem sempre. "No tratamento do câncer de próstata, sim, é necessário retirar todo o órgão para extirpação total da doença, visando cura e diminuindo a possibilidade de recidiva ou necessidade de tratamento complementar", afirma o urologista e cirurgião geral Rodrigo Frota, diretor da Sociedade de Urologia do Rio de Janeiro. Nesse caso a cirurgia é chamada de prostatectomia radical, e são retiradas a próstata e as vesículas seminais. "Mas também pode ser feita a prostatectomia retropúbica, para tratamento da hiperplasia de próstata, onde se retira parcialmente o órgão."
homem no banheiro - Foto: Getty Images

Voltarei a urinar normalmente?

É muito comum a hiperplasia prostática causar urgência para urinar ou gotejamento de urina, e a expectativa do paciente é que esse problema seja extinguido com a cirurgia. Entretanto, a prostatectomia envolve a retirada de uma parte da musculatura que controla a abertura e o fechamento da uretra - e o resultado disso é a incontinência urinária. "Parte da uretra passa pela próstata, e com a sua retirada, é necessário ligar a bexiga com parte da uretra, o que ocasiona incontinência pós-operatória", afirma o urologista Rodrigo. Essa complicação no geral é transitória, e, de acordo com Alfredo Canalini, o tratamento fisioterápico específico é uma opção para aumentar as chances de recuperação no pós-operatório.

Além disso, a técnica robótica usada hoje em dia para a realização desse tipo de cirurgia possibilita uma maior liberdade de movimentos dos instrumentos e melhor visualização do local. "Dessa forma, evoluímos com uma melhora importante na recuperação da continência urinária, além de garantir que ela permaneça por um tempo mais curto", diz Rodrigo.
homem cobrindo o pênis com as mãos - Foto: Getty Images

A cirurgia pode causar impotência?

Sim, o problema pode acontecer em menor ou maior grau. Mas atualmente há mais cuidado e técnicas avançadas para que a cirurgia afete o mínimo possível a função sexual masculina. "A dificuldade de ereção após esta cirurgia ocorre porque os nervos que inervam o pênis, comandando a ereção, passam ao lado da próstata, e por vezes podem ser lesados em casos que, devido ao tamanho e extensão do câncer, uma dissecção mais ampla em torno da próstata seja necessária", conta o urologista Alfredo. Segundo Rodrigo Ueta, a técnica robótica também pode ajudar nesse sentido, uma vez que proporciona melhor visualização dos nervos, portanto, menos danos e menor possibilidade de impotência no pós-operatório. "Nos casos em que a neoplasia permite a preservação dos feixes nervosos, há possibilidade de manutenção e recuperação precoce da função erétil", afirma Ravendra Ryan Moniz, coordenador do Departamento de Urologia do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer. Ele afirma que, atualmente, tanto a disfunção erétil quanto a incontinência urinária podem ser revertidas com o tempo médio de seis meses a um ano.
teste de gravidez - Foto: Getty Images

Não vou mais ejacular?

A próstata é uma importante glândula, acessória do aparelho reprodutor masculino. "Com a retirada total da próstata e vesículas seminais não ocorrerá mais a ejaculação, uma vez que são esses os órgãos responsáveis pela formação do sêmen", afirma o urologista Rodrigo. Por isso que, para pacientes que pretendem ter filhos após a cirurgia, é recomendada a criopreservação do esperma, que é o congelamento do espermatozoide para ser usado em futuras técnicas de fertilização. "É importante ressaltar que não há mais ejaculação, porém, o orgasmo continua normal."
casal - Foto: Getty Images

A libido pode ser prejudicada?

Não, a cirurgia não é responsável por possíveis alterações na libido. "A alteração da libido está relacionada com fatores hormonais, que não são afetados com esta cirurgia", explica o urologista Alfredo. Dessa forma, a prostatectomia não irá interferir organicamente do desejo sexual do homem. Entretanto, o homem poderá se sentir psicologicamente afetado pela cirurgia e, com isso, ter sua libido prejudicada. Caso isso aconteça, é importante o acompanhamento com um profissional.
camisinhas - Foto: Getty Images

A prostatectomia interfere no tamanho do pênis?

De forma alguma. A prostatectomia é a retirada da próstata e glândulas seminais, não tendo qualquer relação com o pênis. A cirurgia não interfere no tamanho do pênis ou qualquer outro tipo de deformação, uma vez que não envolve qualquer procedimento com esse órgão.
homem no médico - Foto: Getty Images

Quais sintomas indicam que houve uma complicação importante na cirurgia?

Segundo o urologista Rodrigo, é importante ficar atento a sintomas como incontinência urinária (com o uso de mais de três fraldas por dia), trombose vascular, lesões no intestino e hemorragias. No geral, os pacientes devem ser acompanhados e qualquer mudança perceptível após a cirurgia deve ser informada ao médico. "Pacientes mais jovens e que tem por hábito, já no pré-operatório, a prática de atividade física e mantém o peso ideal costumam ter uma recuperação mais breve", afirma o urologista Ravendra.




segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Diminui Índice de AIDS no Mundo

ONU registra queda em casos de Aids pela primeira vez


Os dados fazem parte de um informe divulgado hoje e no qual a Unaids - agência da ONU de combate à doença - apresenta novas projeções sobre a epidemia. Apesar dos resultados inéditos, a entidade alerta que o mundo precisa fazer mais.
Em 2001, 3,4 milhões de pessoas foram infectadas pelo HIV e, em 2012, a taxa caiu para 2,3 milhões. Em ao menos 26 países, a queda foi superior a 50%. No total, o número de pessoas infectadas, porém, continua subindo porque a sobrevida aumentou com o acesso ao tratamento. Em 2001, 30 milhões de pessoas no mundo viviam com o HIV - em 2012, eram 35,2 milhões. Desde o início da epidemia, 75 milhões de pessoas já foram infectadas.
Funcionários da ONU não escondem que os números são surpreendentes - há apenas alguns anos, poucos imaginariam que a redução seria possível. A mudança aconteceu em grande parte graças à decisão da entidade de adotar o modelo brasileiro de garantir acesso ao coquetel antirretroviral como uma estratégia mundial. O tratamento ajudou também a barrar a contaminação.
Em 2005, 1,3 milhão de pessoas tinham acesso a remédios no mundo. No fim do ano passado, o número chegou a 9,7 milhões. “Mas, apesar dos ganhos históricos em expandir os serviços de tratamento, o esforço para garantir um acesso universal enfrenta desafios consideráveis”, alerta a Unaids.
A mortalidade caiu de forma importante. Em 2001, 1,9 milhão de pessoas morreram em decorrência da aids e, em 2012, foram 1,6 milhão. Desde o pico da epidemia, em 2005, o número de mortes caiu 30%.
Um dos dados mais comemorados é o de casos de novas crianças infectadas. Entre 2001 e 2012, a redução foi de mais de 50%, para um total de 250 mil.
Investimento
Parte do sucesso obtido se deve ao volume de recursos destinados para o combate à aids. Em 2002, existiam US$ 3,8 bilhões para atacar a doença. Hoje, são quase US$ 19 bilhões. Para 2015, a Unaids estima que serão necessários até US$ 24 bilhões.
O Brasil aparece como o País com o maior orçamento nacional para o combate à doença entre as economias emergentes. Houve queda de 30% no número de mortes. Por ano, são mais de US$ 745 milhões - a China, com população seis vezes maior, investe US$ 497 milhões. A Unaids, porém, alerta que o País, mesmo com todo o dinheiro investido, corre o risco de não atingir algumas das metas mundiais de redução até 2015.
No caso do Brasil, a agência mostra que o total da população contaminada não mudou entre 2001 e 2012, com 0,4% dos brasileiros sendo registrados como portador do vírus. Em números absolutos, houve um aumento. Em 2001, estimava-se que entre 430 mil e 520 mil pessoas viviam com aids no Brasil. Em 2012, o volume subiu para um intervalo entre 540 mil e 660 mil.
Mas, assim como no caso mundial, o aumento no número de pessoas vivendo com o vírus da aids no Brasil em parte também é resultado de um prolongamento da vida daqueles afetados pela doença. Os números de mortes anuais no Brasil por causa da doença passaram de um máximo de 27 mil, em 2001, para 19 mil em 2012. A queda estimada é de 29,6%.
Se a redução no Brasil segue a tendência mundial, a Unaids deixa claro que o governo precisa fazer novos esforços para conseguir avançar com o tratamento, ainda que o País seja considerado o modelo que inspirou toda a resposta internacional da última década.
Hoje, cerca de 307 mil adultos recebem gratuitamente o tratamento contra a aids, mas o número de pessoas precisando de assistência pode chegar a 370 mil em 2015. A agência da ONU recomenda que o Brasil concentre seus esforços em garantir um acesso pleno ao tratamento até 2015. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 18 de agosto de 2013

Tamanho do pênis pode levar a obsessão por musculação


Pênis pequeno pode levar a obsessão por malhar (Foto: Thinkstock)
De acordo com o estudo, encabeçado pela doutora Annabel Chan Feng Yi, a competição no universo masculino leva muitos homens a ficarem obcecados pelo corpo e por musculação.

"A preocupação dos homens com o tamanho pouco tem a ver com o desempenho sexual. Na verdade, tem muito mais a ver com competição entre outros homens. A maioria sente insegurança em lugares que outros homens possam ver seu pênis, como em vestiários, mas se sentem seguros na cama", explica a doutora. Você concorda?

sábado, 11 de maio de 2013

Descubra se Seu Desejo é Doença Ou NãO...


Você é viciado em sexo? Descubra em 4 passos

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Menos Espermatozoides I


Estudo mostra queda na qualidade do sêmen dos homens brasileiros

Hábitos como tabagismo, obesidade e má alimentação podem estar entre as causas

POR MINHA VIDA









Uma pesquisa feita no Brasil mostra que a quantidade e a qualidade dos espermatozoides no sêmen dos homens diminuíram nos últimos anos. A conclusão foi feita por cientistas da clínica de reprodução assistida brasileira Fertility após a análise de 2.300 amostras de sêmen de homens com idade média de 35 anos, com um intervalo de 10 anos. Após avaliarem 743 amostras de 2000 a 2002 e 1536 de 2010 a 2012, foi observada a redução na concentração de espermatozoides por mililitro de 61,7 milhões para 26,7. A quantidade de espermatozoides morfologicamente normais caiu de 4,6% para 2,7%.

Os resultados, que serão apresentados no Congresso Anual da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), em julho de 2013, mostram também um aumento no quadro de azoospermia, que é a ausência de espermatozoides no sêmen.

Os autores explicam que o fato o estudo avaliar dados de homens que procuraram a clínica para tratamento de fertilidade aumenta a probabilidade de que eles apresentem uma quantidade menor de espermatozoides. Ainda assim, a análise é importante é a tendência de queda observada em 10 anos.

No período estudado, a quantidade de homens com ausência de espermatozoides no sêmen aumentou de 4,9% para 8,5%. Além disso, foi encontrado um aumento na quantidade de homens com alteração seminal grave (problemas na concentração, morfologia e mobilidade dos espermatozoides): de 15,7% para 30,3%.

Segundo a definição da Organização Mundial da Saúde (OMS), um homem só pode ser considerado infértil se ele não consegue engravidar sua companheira (desde que ela seja saudável no que se refere à fertilidade) em até 12 meses de tentativa - período em que 90% dos casais conseguem atingir o objetivo. Isso significa que um homem não pode ser considerado infértil com base nos resultados da análise de sêmen, a não ser em casos extremos, como a azoospermia. Por essa razão, apesar das diversas evidências científicas apontando para a redução na quantidade e piora na qualidade dos espermatozoides, ainda não se pode afirmar se isso provocou ou não o aumento da infertilidade.

De acordo com os especialistas, o aumento da procura por tratamentos para infertilidade e reprodução assistida também é uma realidade, mas ainda não é possível avaliar o impacto que a queda na qualidade dos espermatozoides pode ter nesse crescimento. Outros fatores, como as mulheres estarem engravidando cada vez mais tarde e um aumento do poder aquisitivo de classes mais baixas, que tornou esse tipo de tratamento mais acessível do que no passado, podem ter um peso maior nesse aumento do que a queda na qualidade seminal.

Maus hábitos prejudicam a fertilidade masculina
Em 2010, a OMS definiu novos padrões para análise do sêmen. A partir dessa data, a concentração mínima de espermatozoides por mililitro de sêmen para o homem considerado saudável passou de 20 milhões, no manual de 1999 da OMS, para 15. Já a porcentagem mínima necessária de gametas considerados morfologicamente normais passou de 14% para 4%. Abaixo desses índices já é considerado preocupante para a saúde masculina. Veja abaixo o que os especialistas e pesquisas anteriores apontam como agentes que contribuem para a má qualidade dos espermatozoides: 



FONTE: http://yahoo.minhavida.com.br/saude/galerias/16051-estudo-mostra-queda-na-qualidade-do-semen-dos-homens-brasileiros#.URN_MqXIVz8                                      





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