“A vida é minha. Mas o coração, é seu. O sorriso é meu. Mas o motivo, é você...”
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
domingo, 2 de novembro de 2014
A Certeza Incerta II
Olá pessoal, hoje vou contar para vocês como foi meu último dia de feriadão. Desde a sexta-feira eu vim para a casa dele além de ser para passar meu feriado fora do âmbito da casa, para poder me testar e ver o quanto já me desapeguei dele. Na sexta nós fomos para o cinema assistir ao filme sobre Tim Maia, quando saímos da sessão passamos no mercado porque no dia seguinte eu ia pagar o almoço que tinha prometido fazer para ele.
Quando chegamos tomamos um vinho, e acho que devido a ter ingerido muito rápido fiquei meio tonto e fui para a cama descansar um pouco mas acabei dormindo com a mesma roupa que estava. Acordei no dia seguinte e após tomarmos café, fui cozinhar para ele: um arroz especial, salada de folhas e couve refolgado com beacon.
As coisas estavam indo muito tranquilas, nos tratando como amigos e nada mais. Durante a tarde enquanto ele estava deitado eu fiquei no computador vendo alguns vídeos e me lamuriando cada vez que vinha à minha mente a burrada que tinha feito fazer perder aquele homem. Para mim, a pior coisa era dormir ao lado dele, porém longe dos seus braços. Vê-lo ali dormir sem sequer encostar em mim me matava, me cortava completamente.
O clima de paz entre nós mudaram quando, depois que ele voltou da barbearia, eu propus mantermos uma amizade colorida, sem nenhuma relação sentimental e pronto! Mas a partir daí começamos a discutir sobre os acontecimentos, ele sempre colocando à prova a minha capacidade de ser fiel. Fiquei triste mas deixei para ele bem claro que se eu tinha algum tipo de esperança eu sabia que não daria certo, e que ele não se preocupasse porque se ele me visse chorando, ia passar mais cedo ou mais tarde.
Depois de falarmos sobre isso ele foi tomar banho e eu fiquei no computador, quando ele saiu do banheiro me chamou e disse para eu aproveitar ele, quando cheguei ao quarto era só uma brincadeira, até ele vir à sala e me pegar pela mão, eu não estava entendendo nada e achei que fosse mais uma brincadeira dele, mas não era. Ele deitou na cama, tirou a toalha e me convidou. Perguntei se era sério o que ele estava falando e assim que ele confirmou não contei dois tempos e fui para cima dele.
Tivemos um momento intenso de amor, eu estava tão ofegante por matar a saudade dele. Beijei, acariciei, cheirei seu corpo e tudo mais quanto pude. Depois do nosso "envolvimento" eu não quis saber e nem perguntei como a gente ficaria depois, prefiro deixar que as coisas sigam, porém, a minha postura adotada eu já tenho: vou me manter fiel, não só a ele, mas ao meu sentimento. Ele deixou claro depois que me beijou "nunca mais faça nada que você vá se arrepender" e eu entendi aquilo como um recado. Pois bem, vamos aguardar ver no que vai dar, mas não quero encarar isso como um retorno, ou de forma esperançosa... vou simplesmente viver e aguardar...
sábado, 1 de novembro de 2014
Pra Fechar a Noite
ACHEI ESTE VÍDEO TÃO BELO QUE NÃO PUDE DEIXAR DE POSTAR PARA VOCÊS QUE VÃO AMAR NO FIM DA NOITE E COMEÇO DE UM NOVO DIA...
Tarde serena, Tarde triste e vazia...
Olá galera, estava aqui navegando na net quando me peguei em um momento de tristeza e solidão. Sabe, a tristeza maior não é você perder uma pessoa, é perder alguém que você sabe que te completaria, que é capaz de mudar a sua vida completamente te fazendo experimentar superdoses de alegria, amor e realização. A dor do término é muito grande e eu não tinha dimensão do seu tamanho, mas agora que tenho, só me resta conformar com o que sobrou.
Perseguição no Egito (Egypt)
Egito condena oito jovens por participação em casamento gay
Um tribunal do Cairo condenou neste sábado a três anos de prisão oito jovens acusados de aparecer em um vídeo de um "casamento gay", que se tornou viral na internet.
Os oito egípcios eram processados por "incitação à libertinagem" e "publicação de imagens indecentes", mas o tribunal só manteve a segunda acusação, informou à AFP a advogada de defesa Nesrin Nabil.
Os oito jovens, que escondiam os rostos com jornais ao entrar no tribunal, foram condenados à pena máxima no caso. Também deverão passar por um controle judicial por três anos após o cumprimento da pena.
A defesa vai recorrer contra a sentença, informou Nabil.
Outro advogado de defesa, Imad Sobhi, acusou o tribunal de estar sob a influência da opinião pública e seu repúdio à homossexualidade. Ele disse que os clientes são "inocentes".
Além disso, segundo a defesa os oito jovens foram obrigados a passar por polêmicos exames médicos para determinar se tiveram práticas homossexuais. O porta-voz do departamento médico legal do ministério da Justiça, Hesham Abdel Hamed, negou os exames.
O vídeo, compartilhado por milhares de pessoas no Facebook, Twitter e YouTube, mostra um casal homossexual comemorando o casamento em um barco no rio Nilo ao lado de amigos. As imagens mostram o momento da troca de alianças, quando os presentes cantam em homenagem ao casal.
Atentado contra os direitos fundamentais
"Nossos filhos foram condenados injustamente", gritavam entre lágrimas os parentes dos jovens na saída do tribunal.
"Não queremos que os meios de comunicação acompanhem o julgamento, não queremos um escândalo", pediu outro parente dos condenados.
A legislação egípcia não proíbe formalmente a homossexualidade, mas várias pessoas foram condenadas nos últimos anos por libertinagem, acusadas de participação em festas gays.
No Egito a homossexualidade é considerada uma perversão tanto pelo islão como pela igreja copta.
Em 2013, uma pesquisa realizada pelo centro de estudos americano Pew revelou que apenas 3% dos egípcios consideravam que "a sociedade deve aceitar a homossexualidade".
Três egípcios foram condenados em abril a oito anos de prisão pela organização, segundo as autoridades, de "uma festa pervertida" e pela prática de "libertinagem".
Em 2001, 52 pessoas foram detidos em um barco discoteca no Cairo por participação em uma festa com a presença de homossexuais. Vinte e três foram condenadas a penas de um a cinco anos de prisão.
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